Escreveu a professora Teresa Ferreira Rodrigues na "História de Portugal" publicada sob a direcção de José Mattoso o seguinte:
"Assim, se a maior parte da população vivia em domínios que eram senhorio directo do rei, uma grande fatia continuava nas mãos da grande aristocracia próxima da família real e nas das ordens militares, à frente das quais se encontravam parentes muito próximos do monarca".
De resto, o historiador Oliveira Marques na sua "História de Portugal" escrevera igualmente as seguintes palavras:
"Assim, se a maior parte da população vivia em domínios que eram senhorio directo do rei, uma grande fatia continuava nas mãos da grande aristocracia próxima da família real e nas das ordens militares, à frente das quais se encontravam parentes muito próximos do monarca".
De resto, o historiador Oliveira Marques na sua "História de Portugal" escrevera igualmente as seguintes palavras:
"Dentro
dos seus senhorios (geralmente chamados coutos se pertenciam à
Igreja, honras se à nobreza), os senhores tinham toda a autoridade,
embora o rei conservasse os direitos de justiça suprema (direito de
pena de morte e de corte de membros), que sempre se esforçou por pôr
em prática.
Nesses senhorios vivia uma
população composta principalmente de servos, ligados à terra que
cultivavam.
O
rei mostrava-se um senhor como outro qualquer e a situação dos
habitantes das suas terras (reguengos) era idêntica".
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