No ano em que se assinalam os quatrocentos anos do início do comércio negreiro - a escravatura... - para o território que hoje 'é' os Estados Unidos da América (embora esse território tivesse começado a 'receber' escravos africanos antes de 1619), o Gana, hoje um país que chegou a 'acolher' cerca de setenta e cinco por cento das então chamadas feitorias que negociavam, também, seres humanos, decidiu atribuir a cidadania a cento e vinte e seis afrodescendentes e afrocaribenhos descendentes desses escravos.
Medida essencialmente de carácter administrativo mas, também e sobretudo, emocional, cultural e identitário.
E, assim, justíssima.
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