Um ano e alguns dias depois após o assassinato, enquanto tomava
banho, de Jean-Paul Marat foi a vez de outro líder da Revolução
Francesa perder a vida: Maximilien Robespierre.
Aquele
que havia sido responsável por milhares de mortes acabou por ser ele
próprio vítima do seu radicalismo sendo guilhotinado em 28 de Julho
de 1794.
Assim,
apesar de já aqui ter escrito o epitáfio da sepultura de
Robespierre, aproveito, justamente, para o relembrar: "Passante,
não chores a minha morte porque se eu vivesse tu morrerias" (em
francês, no original).
Sem comentários:
Enviar um comentário