Aproveito para recordar algumas palavras que o cientista canadiano Hubert Reeves escreveu no seu "Malicorne – Reflexões de um observador da natureza" (editado em língua portuguesa na década de 1990 pela editora Gradiva) e que talvez tenham sido inspiradas pela leitura de "A Divina Comédia": "No pequeno Homo Sapiens tudo é demasiado. Nele, intimamente misturados, estão o sublime e o horrível. Há nele, em potência, Wolfgang Amadeus Mozart e Adolf Hitler".
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