Assinalaram-se
ontem, 18 de Junho, doze anos do falecimento do escritor José
Saramago.
Aproveito,
pois, para invocar neste pequeno texto uma frase que o autor escreveu
no último volume dos "Cadernos de Lanzarote" e que consta da
exposição patente na Biblioteca Nacional "Obras Proibidas e
Censuradas no Estado Novo – Biblioteca dos Serviços de Censura e
Obras proibidas na Biblioteca Nacional":
"O
que a censura tem de pior não é o facto de agredir dire[c]tamente
a criação e o pensamento de um determinado escritor ou jornalista,
o pior dela é que, indire[c]tamente,
atinge a sociedade inteira".
Sem comentários:
Enviar um comentário