03/11/2022
O flautista de Hamelin
Embora o jóquei (ou "jockey", se se preferir) francês Antoine Hamelin seja, actual e internacionalmente, um dos que mais vitórias conquista em corridas de cavalos, nada mais quero referir em relação à pessoa e ao desporto em que compete.
O mesmo não acontecerá, no entanto, com o conto "O flautista de Hamelin".
Efectivamente, foram os irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm) - sobre os quais já aqui escrevi - quem "popularizou" essa história tradicional alemã: terá sido no século XIII (em 1284) que a uma localidade da Alemanha - Hamelin, precisamente - chegou um indivíduo que prometia livrar a terra de uma praga de ratos. Para tanto, munir-se-ia tão-somente de uma flauta (e da melodia que dela emanaria) para como que enfeitiçar os ratos e levá-los para onde se entendesse.
Contra uma recompensa.
No entanto, depois de feito o seu trabalho, foi receber a quantia acordada mas depressa se apercebeu de que o (ou "os") seu ("seus") interlocutor(es) não estava(m) a cumprir.
Decidiu, então, castigar a aldeia: faria exactamente o mesmo mas com as crianças.
E fez.
Quem 'perdeu' então?
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