Quando há dias vi na televisão que um comandante de uma formação paramilitar russa – o "Grupo Wagner" – havia abandonado as suas funções e pedido auxílio às autoridades da Noruega (recordo que a fronteira entre a Rússia e a Noruega se ‘estende’ por quase duzentos quilómetros), não consegui deixar de me lembrar que também Leon Trotsky, expulso da então "União Soviética" em 1929, se exilou na Noruega (entre 1935 e 1937) – depois de o ter estado igualmente em França e na Turquia.
Aproveito para lembrar também que Trotsky morreria assassinado no México em 1940.
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