Os ministros dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves le Drian, e o seu homólogo japonês, Taro Kono, firmaram, há poucos dias, um acordo para reforçar a cooperação entre a França e o Japão no domínio marítimo.
Isto é, cooperação, no Mar, nas 'áreas' da segurança, ciência, clima e economia.
Ao invés, "Downing Street", talvez recordando-se do percurso chauvinista e nacionalista de um seu primeiro-ministro da segunda metade do século XIX, Lord Palmerston, e talvez estando já a preparar a saída da União Europeia - o "Brexit" -, irá privilegiar uma outra abordagem: o país estabelecerá uma base naval na Ásia (em Singapura ou no sultanato do Brunei) - bem como na América (nas Caraíbas).
Assim, cooperação de um lado e afirmação do poder militar do outro lado.
Ou, por outras palavras, uma visão 'virada' para o presente - e, claro, também para o futuro - contra uma visão 'atrelada' ao passado imperial.
O que preferirão os povos?
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