Uma das características da humanidade que melhor explica, em minha opinião, o percurso histórico de um indivíduo, de um povo ou de uma Nação, por exemplo, é a identidade.
Mas, simultaneamente, a identidade de um indivíduo, de um povo ou de uma Nação, por exemplo, também explica a construção desse mesmo percurso histórico.
Ou seja, a identidade explica um certo percurso histórico mas também é, ao mesmo tempo, explicada por este.
Ora, longe vai o tempo em que o cientista político norte-americano Francis Fukuyama decretou o "fim da História". Defendendo-se com a errada interpretação das suas palavras, tem vindo a moderar a sua ideia de 'vitória total' dos regimes democráticos e capitalistas em todo o mundo acabando, entretanto, por reflectir sobre a identidade (sobretudo ao nível nacional) num mundo, para o melhor e para o pior, cada vez mais globalizado (e globalizante?) num livro já traduzido para a língua portuguesa.
Seguramente, uma das minhas próximas leituras. . .
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