Não
tenho competência técnica para confirmar, ou não, o que uma
oradora – funcionária da Câmara Municipal de Lisboa –
afirmou, através de um "slide", no Simpósio STORM.
Risco e Património em Portugal que, em 2018, decorreu no Museu
Nacional dos Coches, em Lisboa.
"Lisboa não é indiferente.
Investe, articula e integra projetos e estratégias que têm
incrementado a resiliência da cidade".
O
que sei, sim, é o que li já, por exemplo, numa notícia sobre o
risco sísmico na capital.
De
facto, o artigo "Risco
sísmico em Lisboa: "É como estar em cima de um barril de
pólvora"", que o
jornal Público
publicou na sua edição digital no início de Janeiro de 2017, sublinhou que "Naquela cidade italiana [Amatrice], abalada várias vezes entre
Agosto e Dezembro do ano passado, "não vai ficar uma única
construção de pé" e isso deve-se sobretudo a reabilitação
urbana mal feita. "O que se faz é um peeling aos edifícios e o
resultado é este", disse o docente universitário [Mário Lopes,
professor do Instituto Superior Técnico],
enquanto mostrava aos deputados fotografias de Amatrice destruída. "É uma reabilitação como a que nós fazemos aqui em Lisboa",
atirou".
Recordo
que existem cerca de 52.500
edifícios em
Lisboa e
que está cientificamente garantido, por assim dizer, que a capital
portuguesa irá voltar a ser ‘alvo’ de um terramoto de magnitude
semelhante à daquele que a atingiu no dia 1 de Novembro de 1755.
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