2019 foi o ano em que a República Popular da China assinalou sete
décadas da sua existência política.
Mas
foi também o ano em que aí nasceram, segundo dados compilados pelo
gabinete de estatística do país, pouco mais de quatorze milhões e
meio de indivíduos – a taxa de nascimentos mais baixa desde a data
da sua fundação, 1949 (e se se exceptuar o ano 1961).
Pode,
pois, ser a ocasião perfeita para, desde logo, relembrar a espécie
de conclusão esboçada pelo artigo "The far-reaching consequences
of China’s greying population" (publicado em 2015 pela World
review): a de que a China poderia tornar-se "velha" antes
mesmo de se tornar "rica"...
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