10/01/2020

A ilha de Tristão da Cunha

Foi descoberta pelo navegador português Tristão da Cunha em 1506 uma ilha situada nos confins do oceano Atlântico.


Uma ilha a que, apesar de poder não ter conseguido admirar ao vivo já que não terá conseguido desembarcar devido às condições climatéricas adversas, teve o privilégio de poder dar um nome: ilha de Tristão da Cunha.


Mas a ilha de Tristão da Cunha deu lugar, pela passagem do Tempo, a "Tristan da Cunha".


Regida politicamente pelo Reino Unido – e situada a 2816 quilómetros da África do Sul, a 3360 quilómetros do continente americano (América do Sul) e a ‘apenas’ 2430 quilómetros do seu ‘vizinho’ mais próximo, a ilha de Santa Helena, onde Napoleão Bonaparte se exilou depois de "Waterloo" –, "Tristan da Cunha" só começou a ser permanentemente habitada mais de trezentos anos depois da sua descoberta: não admirará, por isso, que actualmente só aí vivam cerca de 275 pessoas (‘espalhadas’ por menos de cem quilómetros quadrados).


Ora, sendo o lema de "Tristan da Cunha" "Our faith is our strenght" (ou, em português, "A nossa fé é a nossa força"), só com muita fé é que poderão os seus poucos habitantes aguentar, de facto, tal isolamento.

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