Foi, há dias, lançado o primeiro volume de uma colecção dedicada ao percurso de vida de algumas personalidades portuguesas 'ligadas' à cultura.
Cultura contemporânea, por sinal.
Ora, de nada mais precisei para me recordar de uma frase que o Prof. José Hermano Saraiva proferiu num seu programa televisivo da série "A Alma e a Gente" - no 'episódio' " Constância, vila poema" -, emitido em 2010 pela Rádio e Televisão de Portugal (a RTP):
"É uma pena que um país que tem tão pouca gente 'grande' tenha prestado tão pequenas homenagens ao maior de todos nós".
Acho, porém, ser evidente que enquanto alguns consideram terem sido prestadas "tão pequenas homenagens" a Luís Vaz de Camões, outros considerarão, ao invés, que a este têm sido prestadas "grandes homenagens"...
Mas penso também que todos quantos amam a Língua Portuguesa reconhecerão, facilmente, que Luís Vaz de Camões é um dos maiores - se não mesmo o maior - 'vultos' de uma das (poucas) línguas verdadeiramente universais já que é hoje falada por povos em quatro continentes do mundo.
Post scriptum: a cada quatorze dias 'morre', no mundo, uma língua...
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