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23/09/2022

O "Quinto" do Brasil

Encontrei no passado dia 7 de Setembro o seguinte comentário acerca do dia da independência do Brasil: "Há 200 anos, o Brasil se tornou independente de Portugal. Deixamos de ser colônia para sermos explorados por uma cleptocracia local. Portugal cobrava o Quinto. Hoje, o Estado fica com 2 Quintos de tudo o que produzimos". Ora, ainda que não pretenda fazer quaisquer juízos de valor a esta opinião, quero sim abordar o "Quinto". Efectivamente, o "Quinto" - vinte por cento - referido correspondia à exacta quantidade de ouro descoberto no Brasil, precisamente, que tinha que ser obrigatoriamente entregue ao Estado português (à Coroa, que era 'encabeçada' por D. João V).

15/09/2022

O ouro do Brasil em Inglaterra

Foi já há alguns - poucos - anos que, no Reino Unido, foram descobertas várias dezenas de moedas de ouro em uso nos séculos XVII e XVIII. Na sequência de trabalhos de construção civil numa casa (também ela centenária). Ora, uma dessas moedas era uma "moeda brasileira" que 'circulou' em Inglaterra na segunda década do século XVIII. Recordo que o Brasil desse tempo (por assim dizer) era uma entidade sem qualquer autonomia que não, pois, no 'aspecto' territorial já que era colónia de Portugal - em que reinava D. João V. Post scriptum: já referi num texto publicado aqui no blogue "Carlos III". Aproveito, por isso, para lembrar que, quer "Carlos I", quer "Carlos II", reinaram em Inglaterra no século XVII: o primeiro entre 1625 e 1649 e o segundo entre 1660 e 1685. Foi, de resto, "Carlos II" quem casou, em 21 de Maio de 1662, com D. Catarina de Bragança (filha do monarca português D. João IV).

07/09/2022

Duzentos anos de liberdade

Assinalam-se hoje dois séculos da independência do Brasil face à potência colonizadora, Portugal. Ora, aproveito a ocasião para recordar uma frase que foi escrita pelo autor brasileiro José Lins do Rego (1901-1957): "Se chove, tenho saudades do sol; se faz calor, tenho saudades da chuva".

17/10/2019

O Brasil de Jorge Amado

Lembro-me de a economia do Brasil ter ‘ultrapassado’, há alguns anos, a do Reino Unido tornando-se, assim, a quinta (se não me engano…) maior do mundo.

Não sei se, entretanto, a economia do colosso sul-americano voltou a "perder terreno".

É bem possível que isso se tenha vindo a verificar dada a instabilidade política e social vivida no Brasil.

Mas, como tudo na vida, é importante relativizar.

Cito, por isso mesmo, uma frase outrora dita por aquele que considero ter sido um dos maiores ‘vultos’ da Língua Portuguesa: Jorge Amado.

"Eu sou muito otimista, muito. O Brasil é um país com uma força enorme. Nós somos um continente, meu amor. Nós não somos um paísinho, nós somos um continente, com um povo extraordinário".