Mostrar mensagens com a etiqueta guerra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guerra. Mostrar todas as mensagens
27/02/2023
A primeira. Ou não?
Li, há dias, que com a "operação militar especial" - ou "guerra"... - actualmente em curso na Ucrânia "nasceu o início de uma guerra de alta intensidade, a primeira na Europa do pós-guerra".
Ora, sendo o que li um pequeníssimo excerto de um texto de opinião, apenas posso concordar - ou não.
Se esta é, efectivamente, a primeira guerra de alta intensidade a ter lugar no continente no pós-guerra.
Assumindo que o referido "pós-guerra" signifique o período após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Não tendo eu, com efeito, formação militar, não se levará a mal que coloque as seguintes questões: o que é "alta intensidade" e será que a "Guerra da Bósnia" não foi de "alta intensidade"?
29/01/2023
A guerra e a política
"A guerra é a extensão da política por outro meio".
Carl von Clausewitz (1780-1831), oficial e pensador militar alemão
05/12/2022
A Guerra e a vivissecção
O passado continua a 'assombrar' as relações políticas e económicas entre a China e o Japão.
Entre Estados, portanto.
Mas também entre os povos.
Lembre-se, por exemplo, a Segunda Guerra Sino-Japonesa (que se lutou entre 1937 e 1945).
A unidade 731 do Exército Imperial Japonês, sob o comando de Shirō Ishii, encarregue de acções de guerra de cariz biológica, terá infectado cerca de trezentas mil pessoas com Antraz (ou "carbúnculo") fazendo-lhes, em seguida, vivissecções sem anestesia...
Etiquetas:
guerra,
vivissecção
18/11/2022
Os Estados Unidos da América, Kissinger e a guerra
Se a citação que aqui plasmei ontem abordava a "ética", a "filosofia" e a "paz" na "humanidade", aquela que opto por aqui indicar agora refere, implicitamente, a "guerra", e explicitamente, um país - os Estados Unidos da América: quem a fez foi alguém que foi Secretário de Estado no governo desse país americano durante quase quatro anos (de 1973 até 1977) e Conselheiro da Segurança Nacional (de 1969 até 1975): Henry Kissinger.
"Ser um inimigo dos Estados Unidos da América pode ser perigoso mas ser seu amigo é fatal".
Etiquetas:
estados unidos da américa,
guerra,
Kissinger
03/10/2022
O latim, a guerra e a paz
A mesma língua que concebeu a palavra "bellum" ("guerra", em língua portuguesa) também inventou a expressão "pax romana".
Com efeito, foi esta a expressão utilizada pelo império de Roma para descrever o período de relativa pausa em acções militares entre, sensivelmente, vinte e sete anos anteriores à suposta data do nascimento de Jesus Cristo e os cento e oitenta anos depois deste acontecimento.
Ou seja, cerca de duzentos anos de relativa paz num Império que durou cinco séculos...
05/09/2022
Os Estados Unidos da América e as guerras
Numa conferência que aconteceu há já algum tempo, Henry Kissinger – secretário de Estado dos Estados Unidos da América designado pelo presidente Richard Nixon (que ocupou o
cargo entre 1969 e 1974) – declarou, por exemplo, o seguinte: "os Estados Unidos da América participaram, na primeira ‘metade’ do século XX, em duas guerras para impedirem o domínio do continente europeu por um potencial adversário […]. Já na segunda ‘metade’ do mesmo século XX (a partir, na verdade, de 1941), os Estados Unidos da América lutaram em três conflitos bélicos na Ásia na tentativa de aí impedir igualmente o domínio por outrem: contra o Japão e na Coreia e Vietname".
"Post scriptum": durante a "Guerra do Vietname", precisamente, registou-se, lembro, o "massacre de My Lai" já que cerca de quinhentos habitantes da povoação "My Lai" foram,
apesar de se encontrarem desarmados, mortos por soldados norte-americanos.
21/08/2022
"Noite" e "guerra"
"Trevas".
Esta é apenas uma das palavras que é frequentemente utilizada para descrever a ‘fase’ do dia que é a "noite".
"Desumanidade".
Esta é também uma das palavras que, não raramente, ‘acompanha’ o nome "guerra".
Ora, como sou um admirador do Livro (e da palavra escrita), não espantará que cite dois títulos que como que associam a "noite" e a "guerra": "Viagem ao Fim da Noite" – de Louis-Ferdinand Céline – e "Uma Noite em Lisboa" – de Erich Maria Remarque.
Subscrever:
Mensagens (Atom)