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21/12/2022
A lisboeta "Avenida Pedro Álvares Cabral"
Não é raro ouvir num documentário, numa reportagem ou numa qualquer outra peça jornalística a referência à supostamente "Avenida Pedro Álvares Cabral" de Lisboa.
Ora, não só não é raro ouvir este nome como também não o é perceber outras ‘barbaridades’ como já aqui tenho escrito no blogue "um pouco impossível".
Assim, como exijo a mim mesmo rigor e (alguma…) investigação, coloco abaixo um pormenor da placa toponímica da "Avenida Álvares Cabral", em Lisboa…
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Pedro Álvares Cabral
01/11/2022
O terramoto de 1 de Novembro de 1755
Assinala-se hoje, em Portugal também, o "dia de Todos os Santos".
Mas hoje assinala-se igualmente uma ocorrência que matou milhares de pessoas: o "Terramoto de 1755" (há precisamente duzentos e sessenta e sete anos, portanto).
No entanto, apesar de todo o tempo volvido, continua a discutir-se a capacidade - ou a falta dela - dos edifícios em Portugal (e em Lisboa, sobretudo) para enfrentar um evento de origem natural como um terramoto já que está cientificamente previsto - quando e não se... - que um desastre de semelhante intensidade irá acontecer novamente.
Ora, não sendo eu um especialista nestas 'questões', nem sendo, de resto, o propósito dos escritos que aqui exponho quotidianamente suscitar esse 'tipo' de interrogações, irei dedicar algumas palavras a uma pintura que, à época, foi feita por um artista que vivia em Portugal e que me parece uma das que melhor interpretou a angústia e o desespero provocados pelo terramoto de 1755: "A Alegoria do Terramoto", precisamente, por João Glama Ströberle.
"Angústia" e "desespero" dos homens resultantes do castigo divino, insistiu-se então...
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04/02/2019
De Goa a Lisboa
2 de Fevereiro de 1845.
Assinalaram-se no passado sábado cento e setenta e quatro anos da viagem inaugural da fragata D. Fernando II e Glória.
Na verdade, a fragata D. Fernando II e Glória partiu de Goa (capital do Estado da Índia) nessa data e chegou à metrópole portuguesa seis meses depois, em 4 de Julho.
Ora, aquela que foi a última nau da Carreira da Índia - ligação marítima, pela Rota do Cabo, entre Lisboa (uma das poucas capitais europeias banhadas pelo oceano Atlântico) e Goa (o mais importante entreposto comercial, e não só, da parte oriental, por assim dizer, do então Império português) - fez, precisamente, a viagem inicial a partir do Índico.
Nunca tendo participado numa única batalha, tal fragata 'repousa' actualmente, depois de anos a servir de asilo no meio do Tejo e de mais não ser do que um monte de destroços resultantes de um incêndio, em Almada (Cacilhas) onde é um museu e um local de exposições.
Fim digno, justo e honrado!
Assinalaram-se no passado sábado cento e setenta e quatro anos da viagem inaugural da fragata D. Fernando II e Glória.
Na verdade, a fragata D. Fernando II e Glória partiu de Goa (capital do Estado da Índia) nessa data e chegou à metrópole portuguesa seis meses depois, em 4 de Julho.
Ora, aquela que foi a última nau da Carreira da Índia - ligação marítima, pela Rota do Cabo, entre Lisboa (uma das poucas capitais europeias banhadas pelo oceano Atlântico) e Goa (o mais importante entreposto comercial, e não só, da parte oriental, por assim dizer, do então Império português) - fez, precisamente, a viagem inicial a partir do Índico.
Nunca tendo participado numa única batalha, tal fragata 'repousa' actualmente, depois de anos a servir de asilo no meio do Tejo e de mais não ser do que um monte de destroços resultantes de um incêndio, em Almada (Cacilhas) onde é um museu e um local de exposições.
Fim digno, justo e honrado!
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