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14/10/2022
Ariès e a Morte
Escreveu o historiador francês Philippe Ariès (que viveu entre 1914 e 1984) em "Sobre a História da Morte no Ocidente" (publicado pelas "Edições Teorema" em 1989) o seguinte: "Algures, na zona da morte nova e moderna, procura-se reduzir a um mínimo decente as operações inevitáveis destinadas a fazer desaparecer o corpo. Importa antes de mais que a sociedade, os amigos, a vizinhança, os colegas, as crianças se apercebam o menos possível da passagem da morte. Se algumas formalidades se mantêm e se uma cerimónia continua a assinalar a partida, devem ter um carácter discreto e evitar todo o pretexto para qualquer emoção: por isso as condolências à família são agora suprimidas no final dos serviços de enterramento. As manifestações aparentes de luto estão condenadas e em vias de extinção. Já não se enverga vestuário escuro, já não se adopta uma aparência diferente da de todos os dias. Um desgosto demasiado visível não inspira piedade mas repugnância; é um sintoma de desarranjo mental ou de má educação; é mórbido".
05/04/2021
Os Mosqueteiros e a morte
Recordo-me de um professor de História me ter confidenciado – e a todos os meus colegas de turma, claro – que o seu interesse pela História havia sido ‘despertado’ pelo visionamento da série de animação "D’Artacão e os três Moscãoteiros" (emitida pela RTP na década de 1980).
Série baseada na obra escrita pelo autor francês Alexandre Dumas "Les Trois Mousquetaires" (ou, em português, "Os Três Mosqueteiros"), publicada em 1844.
Ora, segundo podia ouvir-se no genérico desta série de animação, "o seu lema [dos referidos Moscãoteiros] é "Um por todos e todos por um"".
A verdade, porém, é que a divisa dos Mosqueteiros era "Por onde passa, semeia a morte"...
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