Assinalam-se
hoje cento e cinquenta e cinco anos da morte do décimo sexto
presidente dos Estados Unidos da América – Abraham Lincoln –
após ter sido alvejado, na véspera, por John Wilkes Booth em plena
sala de teatro na cidade de Washington, D. C..
Lembro
somente que este assassinato foi concretizado já depois do fim
efectivo da Guerra Civil Americana e do "papel" de Lincoln na
emancipação dos escravos existentes no país.
Aproveito,
assim, para citá-lo e, assim (desculpe-se-me a repetição),
homenageá-lo:
"A
melhor forma de prever o futuro é sermos nós mesmos a criá-lo".
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