Foi, no ‘início’ de 2021, doado à Fundação Calouste Gulbenkian o espólio documental de José Leitão de Barros (1896-1967).
Autor relevante no ‘panorama’ cultural do século XX em Portugal, a família deste relegou à dita fundação documentos tão importantes como manuscritos (de argumentos para filmes, de crónicas para a imprensa e de textos para teatro).
Ao poder permitir, por exemplo, uma melhor compreensão do ‘ambiente’ cultural e artístico em Portugal entre as décadas de 1930 e 1960, tal doação configura-se como "importantíssima".
Permita-se-me, assim, acrescentar a palavra generosidade para qualificar o acto da família Leitão de Barros e agradecer-lhe.
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