Um conjunto de pessoas - uma "equipa", se se preferir - originárias da cidade russa de "Omsk" conquistou há dias o primeiro prémio numa competição 'dedicada' à "decoração de campas".
Ora, ainda que tal competição me evidencie uma espécie de "respeito" pela Morte (e por quem faleceu já), aproveito para mencionar (ou "lembrar") um 'episódio' protagonizado pelo dramaturgo francês Tristan Bernard (que viveu entre 1866 e 1947): um dia, depois de ter mandado parar um "veículo funerário" como se fosse um "táxi" e este ter, com efeito, parado, perguntou ao condutor "está livre?"...
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