Ainda ontem aqui escrevi algumas palavras acerca de um imperador Romano.
Calígula, no caso.
Ora, não sei se o imperador Calígula se 'enquadrou' naquilo que o engenheiro e docente universitário norte-americano Joseph Saleh concluiu num estudo publicado digitalmente pelo jornal Palgrave Communications em Dezembro passado (em 2019) - "Statistical reliability analysis for a most dangerous occupation: Roman emperor": segundo revelou, os próprios gladiadores tinham uma maior probabilidade de sobreviver aos brutais combates a que eram obrigados a manter na arena do que os imperadores de morrerem de causas naturais, por assim dizer.
Efectivamente, observou, quarenta e três dos sessenta e nove (ou seja, 62%) imperadores que governaram Roma entre os anos 14 e 395 depois do (suposto) nascimento de Jesus Cristo morreram de forma violenta (em batalhas ou às mãos de assassinos).
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