1 de Novembro de 1755.
Cerca das 9h30.
O continente português (não só a tantas vezes invocada Lisboa mas também a costa alentejana e a do Algarve) foi ‘sacudido’ por um terramoto que, supõe-se actualmente, terá atingido os nove graus da "Escala de Richter".
Ora, num país em que a maioria da população professava o catolicismo, as igrejas estavam a abarrotar para se celebrar os dias de Todos os Santos e o de Finados.
Estima-se, de facto, que um terço das cerca de trezentas mil pessoas que habitavam Lisboa tenha perecido em consequência dos sete a oito minutos que terá durado o sismo – e das suas dezenas de réplicas – mas, igualmente, do maremoto (ou "tsunami") e dos incêndios.
Vítimas da Natureza?
Sem dúvida.
Mas com ou sem intervenção divina?
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