O escritor e dramaturgo irlandês Oscar Wilde disse um dia que a "ilusão é o primeiro de todos os prazeres".
Já o (‘grande’) escritor português Eça de Queiróz, contemporâneo daquele, escreveu o seguinte: "Sobre a nudez forte da Verdade o manto diaphano da phantasia" (palavras que, lembro, constituem a epígrafe do romance "A Relíquia" e ‘ilustram’ uma escultura da autoria de Teixeira Lopes localizada no Largo Barão de Quintela, em Lisboa).
Ora, talvez a literatura de ficção mais não seja do que isso mesmo: ilusão e fantasia...
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