"Cáfilas".
Não as cáfilas que se referem pejorativamente a um grupo de indivíduos.
Nem sequer as cáfilas de mercadores que cruzavam o continente africano, nem, ainda, as da antiga Rota da Seda.
Refiro-me, sim, às cáfilas enquanto caravanas marítimas – ou "comboios marítimos" –, geralmente escoltadas que, tendo um cariz mercantil, percorriam o oceano Índico aquando da existência de entrepostos aí controlados pelo Estado português no século XVI.
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