Quando estava, há dias, a ler sobre o "Club Lusitano" – em Hong Kong, na China – e sobre o seu ‘papel’ cultural e social na construção e manutenção identitária da comunidade (ou, pelo menos, de uma ‘parte’ desta) da (e na) antiga colónia britânica lembrei-me, por algum motivo, da justificação dada pelo actor norte-americano Groucho Marx para o seu abandono (em 1949, creio) do recentemente fundado "Beverly Hills Friar’s Club": "não quero pertencer a qualquer clube que pudesse aceitar-me como um dos seus membros"…
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