Assinala-se hoje (entre muitas outras ‘coisas’, claro) o nascimento, em 1845, de Eça de Queirós.
Que foi, na minha opinião, um dos ‘maiores’ autores da literatura feita em língua portuguesa.
Porque, ‘simplesmente’, percebeu a "alma" de quem, feliz ou infelizmente, nasceu português.
Aproveito, pois, para citar a filósofa e socióloga Maria Filomena Mónica (mais concretamente, o que afirmou numa entrevista que o jornal "Diário de Notícias" publicou no passado dia 18 de Outubro de 2021): "Com Eça de Queirós nunca tive, não tenho e nunca terei desilusões".
| Eça de Queirós. |
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