10/01/2023
Os EUA e o livre comércio
No discurso que pronunciou aquando do "Estado da União" (ou "State of the Union") em 1958, o então presidente norte-americano Dwight Eisenhower sublinhou, por exemplo, que o livre comércio era, simultaneamente, do interesse dos Estados Unidos da América (E.U.A.) e da paz mundial.
Mas se, também por exemplo, o país conseguia produzir, após o fim da Segunda Guerra Mundial, cerca de metade da quantidade de aço fabricado no mundo, 'hoje' não pois é a República Popular da China quem produz metade da quantidade de aço disponível nos mercados do mundo.
Ora, perante este 'cenário' pergunto: será que o pensamento de Eisenhower que acima reproduzi estará ainda presente nos postulados estratégicos defendidos pela "cúpula" política que dirige os Estados Unidos da América?
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Acabei de ‘falar’ em liberdade.
Neste ‘caso’, comercial.
Aproveito, no entanto, para reproduzir algumas das palavras que escrevi aqui no blogue no dia 4 de Julho de 2019.
Assim: "o presidente do país Thomas Woodrow Wilson (eleito pelo Partido Democrata) havia escrito as seguintes palavras no seu livro "The New Freedom" (publicado em 1913, já depois de se ter tornado no 28.º presidente dos Estados Unidos da América): "Tornámo-nos num dos governos pior governados e completamente dominados e controlados do mundo civilizado. Não mais um governo baseado na livre opinião, em convicções e no voto da maioria dos cidadãos mas, na verdade, um governo formado pelas opiniões de pequenos grupos de homens e por eles condicionado"".
Etiquetas:
estados unidos da américa,
Liberdade
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