Segundo várias análises (algumas 'oriundas' da Academia), há já alguns anos que o dinamismo do crescimento económico e populacional do mundo deixou, após vários séculos, de estar centrado no Hemisfério Norte (na Europa e na América do Norte, bem entendido) tendo passado, por sua vez, a concentrar-se no Hemisfério Sul (na América, na Ásia e em África).
Mas a 'amplitude' desta mudança não se pode 'medir' apenas em tempo: pode - e deve - ser perspectivada à luz de várias dimensões sendo uma delas a da qualidade do meio ambiente disponibilizado às 'suas' populações.
Nessa qualidade - ou não, claro - 'incluo' a poluição.
Se, de facto, a poluição 'acompanhou' o "crescimento civilizacional" da Europa e da América do Norte, ela não pôde também deixar de 'acompanhar' o "crescimento civilizacional" do restante mundo, por assim dizer.
Aqui lembro, pois, as cidades do mundo que, em 2018, e tendo em consideração os níveis das mais pequenas partículas (e, por isso mesmo, mais perigosas para a saúde humana) que se misturam com o oxigénio que todos respiramos - conhecidas por PM-2.5 -, foram consideradas as mais poluídas:
1 - Nova Deli, na Índia;
2 - Daca, no Bangladesh;
3 - Cabul, no Afeganistão;
4 - Manama, no Bahrein;
5 - Ulaanbaatar, na Mongólia;
6 - Cidade do Kuwait, no Kuwait;
7 - Katmandu, no Nepal;
8 - Pequim, na China;
9 - Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos;
e
10 - Jacarta, na Indonésia.
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