Um dos oradores no simpósio a
que aludi no texto que aqui publiquei há pouco menos de um mês
("Lisboa e o baralho de cartas") comentou – ao mesmo tempo que
também ele mostrava um "slide"
– que ainda se poderiam observar na Lisboa urbana do século XXI
alguns ‘traços’ da ruralidade: um individuo ‘orientando’ um
pequeno rebanho junto à biblioteca municipal de Marvila, por
exemplo.
Penso
que essa espécie de vestígios da ruralidade são, desde logo, muito 'úteis' para relembrar
os lisboetas mais distraídos que Lisboa (à semelhança de tantas
cidades por esse mundo fora) é um local essencialmente ‘moderno' e urbano há relativamente pouco tempo se se perspectivarem todos os
séculos de história da mesma…
Será
que também
ao nível dos chamados padrões mentais, dos costumes e dos
comportamentos os habitantes de Lisboa já percorreram o ‘caminho’
entre a comunidade
e a sociedade?
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