Lembro-me bem do facto de um militante de um partido político português ter, certa vez, considerado Portugal um "país de máscaras".
Mas, muito antes desta declaração já um escritor havia feito referência a esta opacidade.
Com efeito, foi o escritor checo Franz Kafka (que viveu entre 1883 e 1924) quem declarou o seguinte: "senti vergonha de mim mesmo quando percebi que a vida era um baile de máscaras e eu compareci com a minha verdadeira cara"...
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