A temática central, por assim dizer, do pequeníssimo texto que agora escrevo é o furto, na Alemanha, há poucos dias, de 'jóias nacionais'.
Ora, se há muito que sei que há quem, por amor ao efémero dinheiro, se apodere ilicitamente de objectos importantes para a História - e, claro, também para a Identidade - de um país (pense-se no 'caso' de alguma azulejaria em Portugal, por exemplo), fico atónito sempre que alguém, através de métodos aparentemente simples, por assim dizer, consegue como que enganar/iludir os supostos sistemas de 'alta segurança' de um espaço físico (um museu, por exemplo) e roubar (ou furtar) 'peças' imensamente importantes.
Mas, a verdade é que os indivíduos e os seus malabarismos criminosos desaparecerão (que pena tenho que nunca se lembrem disso...) enquanto que um país e a sua História viverão sempre (quanto mais não seja nos livros).