Não foi apenas no aspecto
comercial que a chegada dos portugueses no início do século XVI ao
golfo Pérsico alterou o "statu
quo".
De
facto, toda a que se pode actualmente designar como geopolítica
de toda essa vasta região mudou: o Bahrain, por exemplo, perdeu,
então, a sua soberania e o seu ‘brilho’ e só os veio a
recuperar vários séculos mais tarde.
Na
verdade, quem quer que tivesse lido o estudo "Expat Insider" que
o sítio InterNations realizou em 2017 e no qual participaram
12.519 expatriados (emigrantes…) representando 166 nacionalidades e
a viverem em 188 países ou territórios – em que foi pedido a cada
um dos participantes a atribuição de pontos (de 1 a 7) para avaliar
mais de 40 aspectos no que respeitava à vida no país em que
residiam abrangendo cinco áreas temáticas ("Qualidade de Vida", "Acolhimento", "Trabalhar no Estrangeiro", "Vida Familiar"
e "Finanças Pessoais"), terá facilmente constatado que Portugal
se tinha classificado em 5.º lugar no "top 10" das localizações
preferidas para expatriados/emigrantes em 2017 ("top
10 expatriate destinations for 2017").
Mas
também que o Bahrain ‘obteve’ o primeiro lugar.