O costume de conduzir utilizando o lado esquerdo das vias teve início na chamada "Idade Média".
Actualmente, de facto,
os condutores de cerca de cinquenta países – muitos dos quais
integraram o Império Britânico – seguem esta regra.
O costume de conduzir utilizando o lado esquerdo das vias teve início na chamada "Idade Média".
Actualmente, de facto,
os condutores de cerca de cinquenta países – muitos dos quais
integraram o Império Britânico – seguem esta regra.
A "komsomol" foi, na União Soviética, a organização responsável por, primeiro, reunir os jovens – com idades compreendidas entre os catorze e os vinte e oito anos e, segundo, por lhes veicular os ideais comunistas e, assim, prepará-los para serem, no futuro, os membros – e os líderes – do Partido Comunista.
À semelhança, aliás,
do que acontece actualmente em Portugal (e desde há muitos anos),
por exemplo, com as chamadas "juventudes partidárias".
Algumas palavras mais
para lembrar que a "komsomol" foi criada em 1918 e extinta em
1991 (com o fim da União Soviética).
O principado de Andorra é, na verdade, um co-principado já que o seu território é governado por dois países: França e Espanha.
É, assim, o único ‘espaço’ soberano no mundo governado conjuntamente.
Post scriptum: assinala-se hoje na Turquia o "Dia da República". É nesta data que se comemora o 'aniversário' da República Turca.
Creio que entre o mais de meio milhar de textos que publiquei aqui no blogue "um pouco impossível" não será possível encontrar senão algumas (poucas) referências directas à Política que actualmente se vai fazendo no mundo.
De facto, o compromisso
de lealdade que assumi perante mim mesmo querer lembrar neste blogue
dizia respeito, em primeiríssimo lugar, à História.
Não ‘servem’,
assim, a generalidade dos textos que já aqui escrevi – bem como aqueles que
tentarei, ainda, escrever – para fazer uma crítica "pessoal" à
Política.
Quero, depois desta
tentativa de esclarecimento, escrever sobre o facto de um museu em
Nantes, cidade francesa, ter decidido suspender uma exposição que
havia programado com o Museu da Mongólia Interior (na China).
Uma exposição sobre o
imperador mongol Genghis Khan.
Ora, o museu francês
anunciou terem existido interferências do governo chinês.
"Interferências",
sim, já que este exigiu que algumas palavras – tais como as duas
que formam o nome do líder do século XIII, "Genghis Khan", bem
como "Império" e "Mongol" – fossem, pura e simplesmente,
retiradas da exposição.
Inadmissível esta
tentativa de reescrever a História!
Anwar al-Sadat – presidente do Egipto – e Menachem Begin – primeiro-ministro de Israel – foram, em 27 de Outubro de 1978, distinguidos com o Prémio Nobel da Paz por negociações que resultaram, primeiro, nos "Acordos de Camp David" (sob os ‘auspícios’ do presidente dos Estados Unidos da América, Jimmy Carter) e, depois, num acordo de paz assinado entre as autoridades de ambos os países.
Creio, assim, ser algo
pertinente republicar um texto que publiquei no blogue "uso
externo" em 15 de Maio de 2018 – "O
Corão, a Bíblia e Israel".
"«Racismo», «medo», «traição», «ódio».
Estas foram apenas algumas das palavras que há dias li num texto – “Le Coran est-il antisémite?” – escrito por um franco-marroquino especialista em islamismo.
Ora, eu não sou, admito, um especialista no estudo de qualquer das religiões existentes no mundo mas tenho as minhas próprias ideias e a minha própria opinião.
Julgo, assim, que o texto sagrado do Islão pode conter, de facto, todos os conceitos que se quiser que ele tenha bastando para isso que quem o leia o manipule convenientemente nessa direcção, se se quiser dizer assim.
Ou que outros o manipulem (como alguns media, por exemplo), evidentemente…: não é por mero acaso que muitos vêem hoje a religião ‘associada’ do Corão – o islamismo – como sinónimo inequívoco de terrorismo.
A esta manipulação exterior surgirão coligados, mais cedo ou mais tarde, outros problemas como o da generalização (intencional ou não): «os adeptos do islamismo são terroristas», ouço alguns clamarem.
Ou seja, de acordo com esta ‘visão’, todos aqueles que professam a fé islâmica são terroristas.
Isto é errado, claro.
Estou a lembrar-me, à medida que escrevo estas palavras, de uma entrevista do ensaísta e tradutor Frederico Lourenço, autor de uma «nova tradução da Bíblia, na sua forma mais completa - a partir da Bíblia Grega, ou seja, contendo o Novo Testamento e todos os livros do Antigo Testamento. em suma, a presente tradução dará a ler os 27 livros do Novo Testamento e os 53 do Antigo Testamento grego (em lugar dos 39 do cânone protestante, ou dos 46 do cânone católico). Será, assim, a Bíblia mais completa que jamais existiu em português, apresentada pelo mais importante e rigoroso dos tradutores do Grego clássico, Frederico Lourenço. a [A] chamada Bíblia Grega é a versão mais importante do Livro...».
Afirmou, por exemplo, o seguinte: «A Bíblia é um espelho da existência humana, da realidade humana, de tudo aquilo que o ser humano tem de bom – e de mau, também…. A Bíblia é um conjunto de narrativas [em] que nós encontramos das coisas mais atrozes que o ser humano foi capaz de fazer, desde genocídios (que estão perfeitamente descritos no Antigo Testamento) até àquilo que é o ‘evento’ central do Novo Testamento que é a crucificação de um homem inocente...».
Assim, de acordo com essa perspectiva generalista, poder-se-ia, também, concluir que todos – ainda que alguns (muitos?) o sejam – os cristãos são ‘bárbaros’, racistas e intolerantes?
Creio que não.
***
«A menção a Jerusalém na Bíblia ascende a perto de 650 vezes por uma única razão: esta é, desde há 3000 anos, a capital do nosso povo e apenas do nosso povo».
Esta frase foi proferida pelo primeiro ministro-israelita, Benjamin Netanyahu, numa recente reunião do conselho de ministros judeu.
Apesar de achar que nem todos os judeus de Israel alinham politicamente com os valores representados por tal pessoa penso que a segunda metade da frase é unânime, por assim dizer, até porque o Estado de Israel assinalou ontem o 70.º aniversário e já várias sensibilidades políticas o dirigiram, claro.
Creio, por isso, que nunca irão existir dois Estados lado a lado. De judeus e de árabes.
Nunca".
Faleceu no dia 26 de Outubro de 1980 Marcello José das Neves Alves Caetano.
Caetano foi o
primeiro-ministro de Portugal desde Setembro de 1968 – sucedendo a
António de Oliveira Salazar – até ao golpe de Estado (ou "Revolução"?) ocorrido em
25 de Abril de 1974.
Parece-me, pois,
oportuno lembrar uma sua declaração sobre a Guerra Colonial já que
me parece ser mais um contributo para tentar explicar não apenas a
sua personalidade. Enquanto pessoa, evidentemente, mas, também,
enquanto agente político.
"Fala-se em que
mantemos uma guerra colonial. Guerra colonial? Os territórios das
províncias ultramarinas estão em paz e ninguém nelas contesta a
sua integração na nação portuguesa. (...) A vida decorre, por
toda a parte, tranquila e normal, num ambiente de trabalho e de
entendimento exemplares".
Fonte: Marcello
Caetano, "Conversa em família", canal 1 da RTP, Julho de
1972.
A Alemanha, governada pelo regime nacional-socialista de Adolf Hitler, e a Itália fascista dirigida por Benito Mussolini firmaram, em 25 de Outubro de 1936, o Eixo Roma-Berlim (a que se juntaria depois – em Setembro de 1940 – o país do Sol Nascente, o Japão)...
***
Lisboa foi, em 25 de Outubro de 1147, 'tomada' aos "Mouros" pelos designados "Cristãos". Mesquitas deram, assim, lugar a igrejas.