Nada quero escrever, evidentemente, sobre o facto de o artista búlgaro Christo (que faleceu em Maio deste ano) ter sido 'alvo', na década de 1980 enquanto vivia e trabalhava em Nova Iorque, de espionagem por parte do regime comunista que governava a Bulgária.
Mas sim sobre Cícero.
Cícero foi o pseudónimo escolhido por um indivíduo nascido no seio do Império Otomano (no actual Kosovo) e que, durante a II Guerra Mundial, ‘trabalhou’ (espiou…) para o regime nacional-socialista alemão enquanto estava ao serviço do embaixador britânico destacado na Turquia (que, recordo, era neutra).
