O primeiro país do mundo a adoptar o Cristianismo como doutrina religiosa oficial do Estado – e dos seus cidadãos – foi a Arménia.
No século IV (depois da data atribuída ao suposto nascimento de Jesus Cristo).
O primeiro país do mundo a adoptar o Cristianismo como doutrina religiosa oficial do Estado – e dos seus cidadãos – foi a Arménia.
No século IV (depois da data atribuída ao suposto nascimento de Jesus Cristo).
Foi no dia 17 de Novembro de 1717 que o rei português D. João V ‘lançou’ a primeira pedra daquele que viria a ser designado "Palácio Nacional de Mafra".
Pedra necessariamente abençoada pelo Patriarca de Lisboa (Ocidental) perante o olhar de toda a Corte.
Aproveito para lembrar que a direcção da construção coube a João Frederico Ludovíce, ourives alemão com formação em arquitectura em Itália, e que o número de operários – provenientes de todo o país – chegou a exceder cinquenta mil num determinado ano.
22 de Outubro, data em que D. João V comemorou o seu 41.º aniversário, foi a data escolhida para a sagração da Basílica (dedicada a Nossa Senhora e a Santo António).
Nada quero escrever, evidentemente, sobre o facto de o artista búlgaro Christo (que faleceu em Maio deste ano) ter sido 'alvo', na década de 1980 enquanto vivia e trabalhava em Nova Iorque, de espionagem por parte do regime comunista que governava a Bulgária.
Mas sim sobre Cícero.
Cícero foi o pseudónimo escolhido por um indivíduo nascido no seio do Império Otomano (no actual Kosovo) e que, durante a II Guerra Mundial, ‘trabalhou’ (espiou…) para o regime nacional-socialista alemão enquanto estava ao serviço do embaixador britânico destacado na Turquia (que, recordo, era neutra).
A capital do Brasil após a independência nem sempre foi Brasília.
Na verdade, até 1960, a capital brasileira era a "cidade maravilhosa": Rio de Janeiro.
Só após 1960, a capital foi ‘transferida’ para Brasília, uma cidade projectada e construída a partir do nada, por assim dizer, pelos arquitectos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Foi há exactamente um século que o escritor e argumentista checo Karel Čapek deu a conhecer a palavra "robot" – para descrever seres humanos artificiais, por assim dizer ("robô" em língua portuguesa).
No livro "Rossum’s Universal Robots" (publicado em Novembro de 1920).
Palavra inventada, diga-se, com a ajuda do seu irmão Josef.
Ora, tal livro daria não apenas ‘origem’ a uma peça de teatro (que estreou em Janeiro de 1921) mas seria também o precursor de inúmeros trabalhos de ficção científica no ‘campo’ do entretenimento (livros e filmes, por exemplo) e de numerosas investigações no ‘plano’ académico e, enfim, da designada vida real...
O ‘sentido’ revolucionário e activista das palavras escritas pelo autor norte-americano John Reed levaram-no, primeiro, a ser encarado como herói por muitos intelectuais mas, também, como traidor pela Justiça dos Estados Unidos da América.
Acabou, assim, por fugir para a União Soviética onde, após morrer de tifo, os seus restos mortais foram sepultados juntamente com os de vários líderes políticos – bolcheviques – no Kremlin, em Moscovo.
Cerca das cinco horas da manhã do dia 11 de Novembro de 1918, os emissários dos países Aliados e os da Alemanha assinaram a rendição desta pelo que, horas depois, chegou ao fim um dos conflitos mais mortíferos na história humana até então: a I Guerra Mundial.