03/12/2020

Simon Bolivar

Simon Bolivar foi um soldado nascido algures na América do Sul que, na primeira ‘metade’ do século XIX, liderou movimentos contestatários da governação espanhola e, assim, emancipou, politicamente, os povos – e o "statu quo" colonial – da então Nova Granada (designação que incluía os mais tarde identificados como Colômbia, Panamá, Venezuela e Equador), Peru e Bolívia. 


 


Simon Bolivar.

02/12/2020

O pacto de Locarno

Foi assinado no dia 1 de Dezembro de 1925 entre representantes da Alemanha, de Itália, da Bélgica, da França e da Grã-Bretanha um acordo que pretendia assegurar a paz no ‘flanco’ Ocidental da Europa: o pacto de Locarno***.


Ora, dada a guerra que menos de catorze anos depois assolaria a Europa – e o mundo –, poderá concluir-se que a ambição deste acordo falhou completamente…




*** Embora este acordo tenha sido negociado em Locarno, cidade suíça, o entendimento foi assinado (e, portanto, oficializado) em Londres, a capital inglesa.

30/11/2020

A "Revolução Industrial"

Lembro-me perfeitamente de, enquanto estudante, ter ‘tropeçado’ na expressão "Revolução Industrial".


O que não sabia era que esta havia sido amplamente divulgada – e não "inventada" – por Arnold Toynbee, historiador económico inglês que viveu no século XIX, como ‘forma’ de explicar a importância de um movimento económico, social, cultural e político que Inglaterra conhecera entre, sensivelmente, 1760 e 1830.

28/11/2020

O Auto e a Fábula

Segundo a obra "Termos Básicos de Literatura, Linguística e Gramática" (Publicações Europa-América), "Auto" é um "termo que surge nos finais da Idade Média, durante os séculos XVI e XVII, aplicado ao teatro tradicional sob os mais diversos temas, que, ao mesmo tempo, divertia e moralizava pela sátira de costumes. Foi cultivado sobretudo em Espanha e Portugal por Juan del Encino e Gil Vicente" e "Fábula" é uma "composição de sentido alegórico e moral cujas personagens são animais que falam e têm como principal objectivo cativar, para transmitir moralidade e criticar os vícios".

27/11/2020

Mongol e Mogol

Vi e ouvi há dias, no canal 2 da R.T.P., um documentário sobre a Pérsia. Documentário produzido e realizado pela "British Broadcasting Corporation" (ou B.B.C.), acrescente-se.


Assim, em dado momento, fez-se referência a uma invasão chefiada por Gengis Khan.


Ou seja, pelo exército mongol, espécie de ‘personificação’ do Império Mongol, precisamente.


Mas a(s) pessoa(s) encarregada(s) da legendagem de tal ‘peça’ televisiva optou(aram) por designar a referida invasão de...Mogol.


Ora, se é um facto histórico que os Mongóis invadiram (militarmente, pois) a Pérsia (ou Irão, como é, quase sempre, actualmente, designada), a Pérsia nunca esteve sujeita ao Império Mogol.


Foi apenas no século XVI que um descendente do mongol Gengis Khan invadiu o chamado subcontinente indiano tornando-se, de seguida, o primeiro governante num ‘espaço’ de tempo (mais de dois séculos, recordo) em que o território indiano esteve sujeito ao islamismo: o Império Mogol.


De facto, confundir – repetidamente, diga-se – Império Mongol (e Pérsia) com Império Mogol (e Índia) e os respectivos períodos de tempo em que se relacionaram, por assim dizer, é manifestar, desde logo, uma ausência de rigor histórico.


E mais não digo (escrevo)...

 


 Pérsia: Mongóis ou Mogóis?

26/11/2020

Estados Unidos da América, Espanha e Filipinas

Como ‘parte’ integrante de um tratado de paz estabelecido em 1898 – o Tratado de Paris – entre Espanha e os Estados Unidos da América, este último comprou – note-se, comprou – à Espanha as Filipinas por cerca de vinte milhões de dólares.


Ainda assim, mais do que os sete milhões que, três décadas antes, tinha pago pela compra, à Rússia, do Alasca.

25/11/2020

Trotsky e o "exército vermelho"

Léon Trotsky foi a quem, depois da "Revolução de Outubro", foi atribuída a tarefa de reorganizar o exército russo, daí em diante designado "exército vermelho".