Muito se escreveu (e não só) sobre o facto de, há algumas semanas, se ter descoberto entre as ruínas da cidade romana de Pompeia (que, recordo, foi ‘engolida’ pela lava e pelas cinzas expelidas pelo vulcão que ‘habitava’ o Monte Vesúvio através da erupção que ‘sofreu’ no ano 79 da chamada "era cristã") de uma loja que vendia comida.
Ou seja, como se pode ver em tantos locais do mundo actualmente (muito bem, não exactamente "actualmente"…), uma loja de "comida de rua".
Pelo que nada tentarei acrescentar.
Mas quero é, pelo contrário, escrever sobre o facto de há meses uma senhora (de nacionalidade canadiana, por sinal) que havia feito, anos antes, turismo em Pompeia e de, então, se ter apropriado indevidamente (isto é, roubado) de alguns objectos (azulejos e outros pedaços de cerâmica, se me não engano) os ter devolvido às entidades responsáveis pela gestão de Pompeia por considerar que aqueles lhe haviam causado diversos infortúnios (ao nível da sua saúde, por exemplo) e, se se quiser, má sorte.