Faleceu há pouco mais de noventa e cinco anos o poeta português que ‘melhor’ terá representado o simbolismo: Camilo Pessanha.
Tendo vivido em Macau grande ‘parte’ dos seus cinquenta e oito anos de vida e lembrando eu um pequeníssimo excerto da "Clepsidra" – "Roteiro da vida" –, permito-me considerar que foi o isolamento que definiu o roteiro da sua vida.
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Assinalam-se também em 2021 os duzentos anos do nascimento daquele que alguns clamaram (e clamam) como "o maior escritor russo de sempre": Fyodor Dostoyevsky.
Ou, pelo menos, um dos ‘maiores’...

