"Declaração da junta militar de governo. Santiago, 11 de Setembro de 1973: as forças armadas e a polícia chilenas declaram que o Presidente da República deverá proceder à transferência imediata do seu cargo para as forças armadas e polícia chilenas".
11/09/2021
10/09/2021
A Universidade de Lisboa
Foi, de resto, em 1290, através de bula outorgada pelo papa, que foi criado o Estudo Geral em Lisboa.
D. Dinis, o então monarca de Portugal, e várias personalidades ‘ligadas’ à Igreja e à Academia, solicitaram ao sumo sacerdote católico a criação de uma Universidade.
Primeiramente instalada em Lisboa, a Universidade teve, durante décadas, uma espécie de rotatividade espacial entre Lisboa e Coimbra.
Contundo, a partir de meados da década de setenta do século XIV, a Universidade fixou-se definitivamente em Lisboa.
09/09/2021
Os legistas
Foi já no século XIII que em algumas cidades da Europa 'nasceram' as universidades: em Bolonha, em Paris e em Lisboa, por exemplo.
Legistas foram apenas alguns dos profissionais que formaram.
Não demorou muito até estes começarem a ter um 'papel' importante nas sociedades de então: os monarcas a eles começaram a recorrer para 'recrutar' os seus conselheiros e embaixadores.
Para além de que as grandes sociedades comerciais da época precisavam de quem as ajudasse a legalizar e a como que legitimar os seus negócios...
08/09/2021
"Três cores, uma bandeira, um império"
07/09/2021
Vímara Peres e Portugal
Vímara Peres não foi apenas o fundador de uma área fortificada a que deu o nome de Vimaranis – que, com o "correr" do tempo adquiriu o nome Guimarães.
Ele foi também o fundador (e tê-lo-á governado entre 868 e 873) do Condado Portucalense, o antecessor político e administrativo do país que se viria a designar Portugal.
06/09/2021
O que não governou
Quase a completarem-se trezentos e trinta e oito anos da sua morte, a D. Afonso VI (filho de D. João IV e de D. Luísa de Gusmão) deveria ter a posteridade, talvez, reservado um outro cognome que não aquele que efectivamente lhe seria atribuído – O Vitorioso (em virtude das ‘suas’ sucessivas vitórias na chamada Guerra da Restauração) – já que uma doença contraída na infância o deixou física e mentalmente debilitado em ‘grau’ suficiente para impedir a sua plena ‘actuação’ como rei de Portugal.
As sequelas da doença e também as várias intrigas de que foi ‘alvo’…
04/09/2021
O Crescente sem água
Foi há milhares de anos – cerca de doze mil – que na Terra começou uma nova fase climática.
Com esta iniciou-se uma espécie de definição daquelas que, até há não muito tempo, chamávamos de "actuais características climáticas".
Por exemplo, na região do Próximo Oriente surgiu então uma área que, muito depois, se convencionou apelidar de Crescente Fértil: abrangia a Palestina, a Síria, a Mesopotâmia (o Iraque dos ‘nossos’ dias) e uma parte, por assim dizer, do Irão.
Parece, no entanto, que mais de dois mil anos após o suposto nascimento de Jesus Cristo que esse Crescente já não é assim tão fértil.
Porque não tem água.
Uma grande quantidade de água disponível, melhor ‘dizendo’.
Sendo que cerca de noventa por cento da água do Iraque – por assim dizer – provém do exterior (por exemplo, os rios Eufrates e Tigre nascem no Sul da Turquia e um conjunto de cursos de água (rios) nascem no Irão), o país está muito condicionado pela construção de barragens fora das suas fronteiras políticas e administrativas.
Se a isto se acrescentar as alterações climáticas (menor quantidade de precipitação e, por exemplo também, a crescente evaporação em resultado do aumento da temperatura do ar) e a incapacidade política e de gestão de alguns agentes, perceber-se-á melhor, creio, o porquê de o Crescente já não ser (tão) fértil…

