Admito que alguns (muitos?) temam que a restituição de objectos por parte de museus europeus (por assim dizer) às autoridades de países de onde eles foram retirados (ilegalmente, pois), deixem muitas colecções de museus de países da Europa praticamente vazias.
Em Portugal, por exemplo, de acordo com um inquérito – "online" – que foi organizado pela ‘delegação’ portuguesa do "Conselho Internacional de Museus" já em 2021, o continente asiático (China, sobretudo) é a origem do maior número de peças nas colecções "não europeias" em alguns (muitos?) dos museus portugueses.