Existiu em Lisboa, no século XVIII, o "Beco de Esfola Bodes".
Na freguesia de "S. Paulo".
Será que poderia ainda existir, actualmente, um arruamento com essa designação numa cidade (uma "capital", por sinal) no chamado "Ocidente"?
Existiu em Lisboa, no século XVIII, o "Beco de Esfola Bodes".
Na freguesia de "S. Paulo".
Será que poderia ainda existir, actualmente, um arruamento com essa designação numa cidade (uma "capital", por sinal) no chamado "Ocidente"?
"A língua hebraica, que muitos gramáticos do séc. XVI consideravam ter origem divina, foi, juntamente com o grego e o latim, objeto de um interesse renovado no Renascimento. Portugal não foi alheio a esse movimento de regresso às origens, como atesta o considerável acervo de obras sobre a língua hebraica existentes na BNP [Biblioteca Nacional de Portugal]. Nele estão representados os hebraístas mais importantes do século XVI, desde Reuchlin, passando por Nicolau Clenardo, Elias Levita, Sebastião Münster, Sante Pagnini, Francisco de Távora, Alonso de Zamora, Luís de S. Francisco e outros".
Exposição "Judaica nas coleções da Biblioteca Nacional de Portugal, séculos XIII a XVIII" patente entre Março e Junho de 2014
Foi no século XVIII (entre 1710 e 1714) que o pintor francês Nicolas de Largillière pintou "Portrait of a Lady as Pomona".
Ou, se os títulos pudessem ser traduzidos, "Retrato de uma Senhora posando como Pomona"…
Aproveito, de resto, para recordar que "Pomona" era, na mitologia romana, a deusa da fruta e da abundância.
Ora, alguns especialistas pensam que a Senhora de "carne e osso" retratada nessa pintura fosse (ou "seja") Marie Madeleine de la Vieuville, a "Marquesa de Parabère", amante de Filipe II, o "Duque de Orléans" e, depois, regente de França.
Foi no dia 16 de Dezembro de 1515 que, em Goa (na Índia), morreu Afonso de Albuquerque.
Não sou, seguramente, a pessoa ideal – nem é este, aliás, o ‘espaço’ indicado para o fazer – para tentar ensaiar uma espécie de biografia deste português de antanho.
Mas julgo ser, no entanto, o ‘espaço’ apropriado para sublinhar a extrema importância de Afonso de Albuquerque no mundo em que viveu pois conseguiu conservar uma postura decente – ‘imposta’ pela rectidão moral – apesar da mediocridade que o rodeava.
Na minha opinião, claro.
Acredito verdadeiramente, também, que, por isso mesmo, se vivesse actualmente, não teria qualquer hipótese, por assim dizer, pois já então morreu tolhido pela pobreza material...
Admito que alguns (muitos?) temam que a restituição de objectos por parte de museus europeus (por assim dizer) às autoridades de países de onde eles foram retirados (ilegalmente, pois), deixem muitas colecções de museus de países da Europa praticamente vazias.
Em Portugal, por exemplo, de acordo com um inquérito – "online" – que foi organizado pela ‘delegação’ portuguesa do "Conselho Internacional de Museus" já em 2021, o continente asiático (China, sobretudo) é a origem do maior número de peças nas colecções "não europeias" em alguns (muitos?) dos museus portugueses.
"O Manifesto Comunista" - livro escrito por Karl Marx e Friedrich Engels e publicado pela primeira vez em 'meados' do século XIX - é, de acordo com algumas 'fontes', actualmente, a obra mais vendida no mundo.
Depois da "Bíblia".
Já outras 'fontes' indicam, no entanto, que é "D. Quixote de la Mancha" - obra escrita por Miguel de Cervantes e originalmente publicada no 'início' do século XVII - o livro actualmente mais vendido no mundo.
Depois da "Bíblia".
Ora, seja qual for, efectivamente, o segundo livro - ou o primeiro, o terceiro, o... - creio que o mais importante é mesmo ler.
E "pensar", já agora.