"Spyridon Louis".
Era este o nome do atleta grego que nos primeiros Jogos Olímpicos da época moderna – que tiveram lugar em Atenas em 1896 – arrecadou a medalha de ouro na "maratona".
Ora, tal facto 'valeu-lhe' a elevação a "herói" da Grécia...
"Spyridon Louis".
Era este o nome do atleta grego que nos primeiros Jogos Olímpicos da época moderna – que tiveram lugar em Atenas em 1896 – arrecadou a medalha de ouro na "maratona".
Ora, tal facto 'valeu-lhe' a elevação a "herói" da Grécia...
Desconheço se "Ayres de Saldanha" – vice-rei e governador das possessões detidas por Portugal na Índia nos primeiros anos do século XVII – era antepassado do "Marechal Saldanha".
O que sei, sim, é que ‘esse’ "Ayres de Saldanha" foi antepassado de um dos "Conjurados" – grupo de homens que foi responsável pelo golpe de Estado ocorrido em 1 de Dezembro de 1640 e que ficaria ‘conhecido’ como "a Restauração da Independência".
De acordo com o gabinete de estatísticas dos Estados Unidos da América (E.U.A.) para a população – e os "Censos", claro – e o "Pew Research Center", a população "hispânica" representa no país cerca de dezanove porcento da população total, por assim dizer.
Assim, depois dos "americanos asiáticos", os "hispânicos" são o grupo étnico e cultural que mais depressa ‘cresce’ na população dos E.U.A..
Ora, dado este ‘cenário’ populacional e étnico, parece-me ser cada vez menos exacta a representação "cartoonográfica" dos Estados Unidos da América que continuo actualmente a encontrar – "branca" e "loura"…
"Waltzing Matilda".
É este o título de uma das canções mais populares na Austrália – e, talvez, no mundo.
Tão famosa que chegou a equacionar-se a sua ‘elevação’ a hino do país.
No entanto, tal intenção nunca chegou a passar disso mesmo: uma intenção.
Ainda assim, será relevante lembrar que quem compôs a letra da canção foi o poeta australiano "Banjo" Paterson e no ‘início’ do século XX.
A "Guerra dos Sete Anos" foi o último ‘grande’ conflito a ocorrer em solo europeu antes do advento de Revolução Francesa (em 1789).
De facto, activa entre 1756 e 1763, a "Guerra dos Sete Anos" concentrou as maiores potências europeias da época: de um lado da ‘barricada’ estavam a França, a Áustria, a Saxónia, a Suécia e a Rússia e do outro lado estavam a Prússia, Hanover e a Grã-Bretanha.
Tal conflito surgiu quando a Áustria quis recuperar território perdido para a Prússia durante a "Guerra da Sucessão da Áustria", entre 1740 e 1748.
A assinatura do "Tratado de Hubertusburg" (no castelo de "Hubertusburg" precisamente, na Saxónia), em 1763, terminou o conflito.
Existe em França o "Musée national de l’histoire de l’immigration".
Desde 2007, aliás.
Ora, há ‘perto’ de duas décadas que um dos maiores países da Europa – em termos de extensão territorial – e com um "passado histórico" profundamente ‘envolvido’ no fenómeno colonial, decidiu ser tempo de ‘olhar’ para a imigração.
No ‘fundo’, para todos os que, com maior ou menor agrado, imigraram para França e aí construiram parcial ou totalmente as suas vidas.
Com maior ou menor dificuldade…
Já em Portugal, apesar deste país ter também um "passado histórico" profundamente ‘envolvido’ no fenómeno colonial e lidar – muitas vezes, mal – todos os dias com a imigração, não existe qualquer espaço museológico a ela dedicado.
Um espaço que pudesse acolher a reflexão, a diversidade e a liberdade.
Ou seja, o Outro e a sua dignidade.
Que pena.
Não sou um especialista em "cartoons".
E muito menos nos "cartoons" de Art Spiegelman e nos seus "Maus".
Assim, nada escreverei sobre eles.
Mas irei, no entanto, arriscar escrever algumas palavras sobre a "Revolta dos Mau Mau".
De facto, tal revolta teve como "pano de fundo" o Quénia enquanto dependência colonial da Inglaterra, no ‘início’ da década de 1950.
A repressão inglesa não se fez, porém, esperar e, em consequência, milhares de pessoas foram torturadas e mortas.