No cenário que aqui referi há dias - "Terreiro do Paço no Século XVII" - é possível vislumbrar o multiculturalismo que aquele espaço de Lisboa congregava nesse exacto momento.
Se toda a cidade 'respirava', então, também aquela diversidade será, talvez, uma dúvida a que outros documentos e registos poderão ajudar a responder.
Mas, voltando à pintura.
"Terreiro do Paço no Século XVII" revela, por exemplo, um coche que estava a ser utilizado por D. Francisco de Mello e Torres, o embaixador português em Londres e um dos principais negociadores do contrato nupcial que vincularia D. Catarina e o monarca de Inglaterra.
