Li, há dias, sobre a recuperação e inventariação (elaboração de uma carta arqueológica) do património cultural subaquático existente no litoral alentejano.
Sob a égide da "Direção Geral do Património Cultural", lembro.
Ora, admito que talvez tal interesse se devesse ter revelado e manifestado há já vários (muitos) anos.
Aproveito, por isso, para recordar que também no rio Arade (entre "Ferragudo" e "Portimão") - no "Algarve", portanto - decorreu, até, igualmente, há alguns dias, uma campanha de arqueologia subaquática com a presença de investigadores noruegueses (o "Arade 23").
