"As palavras são as roupas dos pensamentos".
Samuel Beckett (1906-1989), escritor e dramaturgo irlandês
"As palavras são as roupas dos pensamentos".
Samuel Beckett (1906-1989), escritor e dramaturgo irlandês
Não são apenas as operações policiais que têm designações codificadas.
Ou seja, "nomes de código".
Por exemplo, os presidentes norte-americanos Bill Clinton, George W. Bush, Barack Obama e Donald Trump eram identificados pelos "Serviços Secretos" do país através dos respectivos "nomes de código": "Eagle" (ou "Águia"), "Trailblazer" (ou "O que arrisca"), "Renegade" (ou "O traidor" e "Mogul" (ou "O poderoso").
Já agora: o actual presidente norte-americano - Joe Biden - é identificado pela palavra "Celtic" (ou "Celta").
Durante séculos, a expressão "cisne negro" foi utilizada, na Europa, como metáfora para descrever uma 'situação' julgada impossível - um "advogado honesto", por exemplo, dir-se-ia actualmente.
Pela simples razão de que então se pensava que o "cisne negro" não existia.
No entanto, um navegador oriundo dos Países Baixos descobriu, na Austrália, no 'fim' do século XVII (em 1697, creio), "cisnes negros".
Assim, associar animais desta espécie a situações impossíveis passou a ser, ela própria, impossível...
"Morfina" foi a designação atribuída a um fármaco com características analgésicas e psicotrópicas por homenagem ao deus do sonho na mitologia grega - "Morfeu".
Lembro-me de, há muitos anos, ter visto e ouvido um filme de animação sobre a vida de "Mark Twain".
Ora, não sei se a história era puramente ficcional ou não mas o boneco que representava Twain afirmava que, então, tinha apenas um objectivo na sua vida: conseguir, através da nave espacial que pilotava (e que comandava), uma espécie de união cósmica com uma "entidade" que, segundo afirmava, havia 'visitado' a Terra no exacto ano em que nascera - em 1835: o cometa "Halley".
E conseguiu-o efectivamente pois Twain faleceria em 1910, precisamente algumas semanas antes de o referido cometa ter 'passado' na Terra.
De resto, prevê-se que o "Halley" volte a cruzar a órbita solar em 2061.
Malgrado uma espécie de banalização da "tatuagem" nos últimos anos - atente-se, por exemplo, nas tatuagens existentes nos corpos de jogadores de futebol (pelo menos, os intervenientes em jogos 'alvos' de transmissão) já que difícil parece ser é descobrir-se um que as não possua -, admito que esta continue a 'carregar' uma também espécie de estigma.
Não muito positivo, diga-se.
Ora, "até que ponto" têm sido as tatuagens 'espelhos' de diversidade e de liberdade social (e pessoal)?
Talvez um dos mais fantásticos truques realizados no percurso de mágico pelo norte-americano Harry Houdini tenha sido, precisamente, um que 'envolveu' o seu nome: "Houdini" nascera "Erik Weiz"...