13/05/2022

O "direito de veto"

O "direito de veto" é, para além do direito a estar permanentemente representado no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) uma das mais importantes e 'poderosas' garantias que cada um dos cinco países aí presentes - França, China, Reino Unido, Rússia e Estados Unidos da América - tem para aprovar ou, ao invés, rejeitar uma qualquer acção política (militar, por exemplo) com o mandato da mesma ONU, precisamente. 

Ora, desde que o "direito de veto" foi exercido pela primeira vez - em 1946 - a Rússia (antes, a União Soviética) já o exerceu em 143 'ocasiões', os Estados Unidos da América em 86, o Reino Unido em 30 e, quer a França, quer a China, em 18 (cada).

Até este momento.

12/05/2022

Condenados

"Se estou condenado, então estou não só condenado a morrer mas também condenado a lutar até morrer"


Franz Kafka (1883-1924), escritor checo

11/05/2022

"Cinco de Mayo"

Assinalou-se há dias, no México, o "Cinco de Mayo" (ou, em língua portuguesa, "Cinco de Maio").

Feriado em várias localidades no México (e, também, nos Estados Unidos da América), o "Cinco de Mayo" é a celebração anual de uma vitória militar do exército mexicano face ao exército francês (recordo que era "Napoleão III" quem chefiava, então, a França) em 5 de Maio de 1862.

Ora, tal vitória tem vindo, progressivamente, a ser apresentada como símbolo da resistência mexicana face ao designado "domínio estrangeiro".

10/05/2022

"Lusitânia" e o afundamento

O escritor português Almeida Faria publicou há já muitos anos (em 1980, creio), um texto ficcional a que deu o título de "Lusitânia".

Ora, foi ainda há mais anos - em 1915 - e de modo completamente real que um submarino alemão afundou o navio com pavilhão britânico "Lusitania".

Recordo que tal acção terá, segundo algumas 'fontes', contribuído para, por exemplo, a 'entrada' dos Estados Unidos da América na I Guerra Mundial. 

09/05/2022

Charles de Gaulle e a Política

Foi em 1958 que o general Charles de Gaulle (1890-1970) instaurou a "Quinta República" em França. 

Aproveito, por isso, para lembrar algo que o mesmo de Gaulle proferiu (talvez já enquanto "presidente"): "Como nenhum político acredita no que diz, fica sempre surpreendido ao ver que os outros acreditam nele".

07/05/2022

A biblioteca do palácio

As imagens que o fotógrafo norte-americano Richard Silver publicou, recentemente, na plataforma "Bored Panda" mostram algumas das bibliotecas mais "interessantes" no mundo.

No que se refere às suas características estéticas – a arquitectura … –, sobretudo.

É, para além ‘disso’, uma listagem subjectiva, claro.

Assim, podem encontrar-se a biblioteca "Strahov" de Praga (na República Checa), a biblioteca pública de Nova Iorque, a biblioteca e museu "Morgan" e a biblioteca "House of Redeemer" em Nova Iorque também (nos Estados Unidos da América), a "State Library Of Victoria" em Melbourne (na Austrália), a biblioteca "Hendrik Consciense Heritage" em Antuérpia (na Bélgica), a biblioteca do "Real Gabinete de Leitura" no Rio de Janeiro (no Brasil), a biblioteca "Saint Genevieve" em Paris (capital de França), a biblioteca "nacional austríaca" em Viena (na Áustria, precisamente) e a biblioteca "pública" de Estugarda (na Alemanha).

Mas, não sendo eu especialista nestas ‘matérias’, espero não ser severamente advertido por acrescentar uma das que, acredito, poderia integrar facilmente uma espécie de "7 Maravilhas do Mundo" referente à Arquitectura: a "biblioteca do Palácio Nacional de Mafra".

 

 


 

06/05/2022

Judeus anti-semitas

Foi esta semana que um jornalista (italiano, já agora) perguntou ao actual ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa, Sergei Lavrov, como é que a Ucrânia poderia ser governada por "nazis" quando o presidente deste país - Volodymyr Zelensky - é judeu.

Lavrov sublinhou, então, que Adolf Hitler tinha "sangue judeu" e que "os maiores anti-semitas eram judeus".

Teriam, pois, sido judeus a assassinar outros judeus durante o Holocausto?