06/06/2022

O gigante "Gargântua" e a palavra

Existe uma palavra na Língua Portuguesa que significa "gigantesca/o", "enorme": a palavra "gargantuesca/o".

Ora, este vocábulo tem origem na obra "Gargantua et Pantagruel" que o escritor francês François Rabelais (que viveu entre 1483 - ou 1494 - e 1553) publicou. 

04/06/2022

A língua portuguesa e o mundo

Foi em 2019 que a UNESCO decidiu que o dia 5 de Maio seria, daí em diante, assinalado como "Dia Mundial da Língua Portuguesa".

Com efeito, tem sido nesses momentos que tenho ouvido e lido comentar com mais 'intensidade' que a língua portuguesa é um dos idiomas mais falados no mundo (é, efectivamente, a língua mais falada no Hemisfério Sul) e o quão importante é já que tem cada vez mais 'pretendentes' no que se refere à sua aprendizagem. 

Mas não é, também, verdade que a língua portuguesa não é sequer um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas, nem por exemplo igualmente, da Organização Mundial da Saúde?

03/06/2022

A "insegurança alimentar" e John Deere

A expressão "insegurança alimentar" tem sido por estes dias uma das mais frequentemente pronunciadas.

Mas não foi nestes últimos dias que me deparei com a marca "John Deere".

Antes pelo contrário.

De facto, já desde há alguns anos que me apercebi da presença, maior ou menor, de instrumentos agrícolas dessa marca no mundo. 

Ora, John Deere foi um inventor norte-americano de instrumentos agrícolas que viveu no século XIX. 

02/06/2022

Morte: lembrar ou rir?

Um conjunto de pessoas - uma "equipa", se se preferir - originárias da cidade russa de "Omsk" conquistou há dias o primeiro prémio numa competição 'dedicada' à "decoração de campas".

Ora, ainda que tal competição me evidencie uma espécie de "respeito" pela Morte (e por quem faleceu já), aproveito para mencionar (ou "lembrar") um 'episódio' protagonizado pelo dramaturgo francês Tristan Bernard (que viveu entre 1866 e 1947): um dia, depois de ter mandado parar um "veículo funerário" como se fosse um "táxi" e este ter, com efeito, parado, perguntou ao condutor "está livre?"...

01/06/2022

Os EUA e a "ignorância internacional"

O "Pew Research Center", gabinete norte-americano responsável pela 'condução' de estudos de opinião, revelou há dias, por exemplo, que não mais do que cerca de quatro em cada dez inquiridos é que conseguira identificar a bandeira da Índia. 

Ora, se tal "ignorância internacional" for comum aos dirigentes (políticos e não só) dos Estados Unidos da América (EUA), poder-se-ia perguntar "E as relações internacionais?".

31/05/2022

O frasco "erlenmeyer"

Ainda ontem aqui escrevi sobre Anders Celsius e Daniel Gabriel Fahrenheit e sobre as escalas de medição da temperatura do ar que criaram nos séculos XVII e XVIII e que são ainda hoje utilizadas. 

De facto, quer Celsius, quer Fahrenheit, talvez tivessem usado, enquanto cientistas, "erlenmeyers".

Talvez. 

Com efeito, o frasco usado actualmente em muitos laboratórios por "esse mundo fora" - o frasco "erlenmeyer", precisamente - deve a sua designação ao químico alemão Emil Erlenmeyer (1825-1909).

30/05/2022

Celsius e Fahrenheit

"Alterações climáticas".

(Quase) todos nós, seres humanos, podemos actualmente constatar a veracidade de tal expressão. 

Ao nível da abundância ou não de precipitação, da maior intensidade do vento ou do aumento da temperatura do ar, por exemplo. 

Em relação à temperatura do ar, precisamente, ela pode ser calculada tendo por base as escalas "Celsius" ou "Fahrenheit".

Ora, Anders Celsius foi um astrónomo sueco que viveu no século XVIII enquanto que Daniel Gabriel Fahrenheit foi um físico que, nascido na Polónia, foi um cidadão dos Países Baixos e viveu 'entre' os séculos XVII e XVIII.



"Post scriptum": a escala "Fahrenheit" é ainda hoje usada nos Estados Unidos da América