22/07/2022
A instrução irreal
Foi há alguns dias que o monumento (embora alguns discordassem do facto de designar um conjunto arquitectónico/escultórico construído na década de 1970 de "monumento") "Georgia Guidestones" - ou "Stonehenge americana" - foi destruído por uma explosão.
Embora ninguém tenha ainda sido responsabilizado, reconheço ser, indubitavelmente, importante a discussão sobre os motivos "por detrás" desse acto que alguns (também) classificaram já como "terrorismo doméstico".
Mas, dado o meu desconhecimento da realidade sociológica norte-americana, não me atreverei a escrever sobre ela.
Interessa-me, sim, referir-me a uma inscrição (ou melhor, "instrução") agora também destruída: "Limitar a Humanidade a quinhentos milhões de pessoas numa perpétua harmonia com a Natureza".
E recordar que a "Organização das Nações Unidas" prevê que o planeta Terra aloje oito mil milhões de seres humanos já em Novembro próximo...
21/07/2022
Bronk e o Bronx
O ciclista que lidera actualmente a principal classificação do "Tour de France" é o dinamarquês Jonas Vingegaard.
Ora, se nada quero escrever sobre o Ciclismo, sobre esta prova ou sobre 'este' Jonas, o mesmo não poderei dizer - escrevendo - sobre 'outro' Jonas: Jonas Bronk.
De facto, Jonas Bronk foi um imigrante na colónia neerlandesa "Novos Países Baixos" - na actual costa Leste dos Estados Unidos da América - no século XVII.
O seu apelido - "Bronk" - é a origem da designação do bairro nova-iorquino "Bronx".
20/07/2022
"In situ"
São vários os contextos em que é utilizada a expressão latina "in situ": na Medicina, na Biologia ou na Arqueologia, por exemplo.
"In situ" significa "no lugar"/"no local".
19/07/2022
O Homem e o "jardim zoológico"
Foram agentes ao serviço da espionagem francesa, precisamente, os responsáveis pelo afundamento do navio "Rainbow Warrior", propriedade da organização ambientalista "Greenpeace", em meados da década de 1980.
Ora, já que menciono o adjectivo "ambientalista" quero referir-me ao "jardim zoológico".
Assim, o "jardim zoológico" nada mais é, na minha opinião, do que um lugar destinado pelo Homem a proteger os outros animais dele próprio, Homem.
18/07/2022
O chá "Lipton"
Foi ontem que aqui escrevi no blogue as seguintes palavras: "numa época do ano que se caracteriza habitualmente por elevadas temperaturas do ar - e, até, por "ondas de calor" -".
Creio, efectivamente, ser oportuno lembrar também a 'origem' da marca "Lipton".
Assim, foi o mercador britânico (nascido na Escócia em 1850) Thomas Lipton o fundador do império comercial do chá "Lipton".
17/07/2022
O teste e a homenagem
Numa época do ano que se caracteriza habitualmente por elevadas temperaturas do ar - e, até, por "ondas de calor" - parece-me apropriado lembrar que o "biquíni" (ou "bikini", em francês) foi primeiramente apresentado ao público em Julho de 1946 por um engenheiro e "designer" francês.
Apenas poucos dias depois de autoridades de França terem 'conduzido' um "teste nuclear" no atol de Bikini, 'parte' integrante das "Ilhas Marshall".
16/07/2022
Maslow: necessidade e optimismo
Uma das questões que o concurso "Joker" – emitido pelo canal 1 da RTP – apresentou no episódio que foi transmitido na passada quinta-feira (no dia 14 de Julho, portanto) foi a seguinte: "A pirâmide das necessidades, proposta por Abraham Maslow, é uma teoria na área da…".
Sucederam-se, então, as hipóteses de resposta em que o respectivo concorrente deveria atentar e, por exemplo, uma explicação apresentada pelo respectivo apresentador desse mesmo programa: "olhemos de cima para baixo [para a representação gráfica da referida "pirâmide das necessidades"]. Em cima, então, as necessidades fisiológicas; em segundo: as necessidades da segurança; em terceiro: as necessidades sociais como os afectos (aquele sentimento de pertença); quarto: estima e reconhecimento e quinto, auto-realização".
Ora, socorro-me – uma vez mais... – de apontamentos que fiz enquanto aluno e pesquisas ‘simples’ na “Internet” para ‘provar’ que a explicação dada pelo apresentador estava errada: estaria correcta, sim, se tivesse referido "olhemos de baixo para cima".
Creio que encarei sempre as perguntas e respostas veiculadas por um concurso de "cultura geral" emitido por um programa ‘da’ televisão pública – que muito preza o "serviço público" – como tendo uma espécie de selo de qualidade, rigor e verdadeiro conhecimento.
De facto, a explicação que o apresentador de tal concurso referiu veio mostrar-me que a minha consideração/opinião talvez nunca tivesse sido mais do que um ‘sinal’ de excessivo "optimismo" social e cultural…
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