16/11/2022

A "baioneta"

Quando Napoleão Bonaparte (1769-1821) afirmou que tinha "mais medo de três jornais do que de cem baionetas" a "baioneta", precisamente, era ainda uma arma fundamental na forma de fazer guerra nos séculos XVI e XVII. Actualmente - e apesar de eu não ser um especialista em 'assuntos' militares -, e tendo em consideração a tecnologia bélica, admito que talvez essa importância não seja já a mesma. Ora, o que é absolutamente objectivo é a origem da "baioneta": Baiona, a cidade do Sudoeste de França - o "País Basco" francês.

15/11/2022

Minas no Báltico

Estima-se serem mais de cem milhões as minas existentes no solo terrestre. Ou seja, no interior das fronteiras de países como o Egipto, Angola e Moçambique, por exemplo. Mas estas armas destruidoras não se encontram apenas em terra: pensa-se serem oitenta mil as minas depositadas no fundo do Mar Báltico (apesar de terem já setenta e sete anos do fim da Segunda Guerra Mundial). Recordo que o "Mar Báltico" é uma espécie de 'braço' do Oceano Atlântico que, no Norte do continente europeu, banha territórios pertencentes a países como a Suécia, a Alemanha, a Rússia e a Polónia, por exemplo também.

14/11/2022

A arte e a falsidade

"A Arte é sempre um equilíbrio de falsidade". Raquel Henriques da Silva (1952), Prof. Jubilada de "História da Arte" pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa

13/11/2022

O continente do Pólo Sul

Deparei-me há dias com as palavras que a imagem abaixo reproduzida exibe. Eu, que aprendi a dizer - e a escrever - "Antárctida" para descrever o continente localizado no Pólo Sul, fiquei com algumas dúvidas, confesso. Mas uma "página" da espécie de dicionário electrónico "Ciberdúvidas da Língua Portuguesa" veio em meu auxílio: "'Antárctida é a grafia correcta para designar o grande continente onde se situa o Pólo Sul. Antárctica é o feminino do adjectivo correspondente, antárctico".

12/11/2022

Carl Sagan e a resistência humana

"88 anos". É esta a idade que o professor, astrónomo, astrofísico e autor - "Cosmos" é, ainda, o livro de divulgação científica originalmente escrito em língua inglesa mais vendido de sempre - norte-americano Carl Sagan teria completado no passado dia 9 de Novembro se fosse ainda vivo (nasceu em 1934 e morreu em 1996). Ocasião apropriada, na minha opinião, para, citando-o, fazer-lhe uma 'pequena' homenagem. Assim: escreveu no livro "O Ponto Azul-Claro" (que a editora Gradiva publicou em 2011), por exemplo, estas palavras: "A Terra é o único mundo conhecido até hoje que abriga vida. Não há nenhum outro lugar, pelo menos no futuro próximo, para onde a nossa espécie possa migrar. Visitar, sim. Estabelecer-se, ainda não. Gostemos ou não, no momento, a Terra é onde resistimos". "Resistir"? Talvez. Este verbo não seria, de todo, a minha opção para caracterizar a acção humana na Terra...

11/11/2022

Os mamutes e a "de-extinção"

Inaugura-se hoje no "Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva", em Lisboa, a exposição "Dinossauros - O Regresso dos Gigantes". Precisamente, creio que poderia ocasionar também, pelo menos, a elaboração de uma exposição - "Mamutes - O Regresso dos Gigantes", por exemplo - uma 'informação' que li já há algumas semanas: a de que a CIA, a "Central Intelligence Agency" norte-americana investira numa empresa cujo objectivo comercial era (e é) 'resgatar' algumas espécies animais - como a dos referidos mamutes - já extintas através do recurso à engenharia genética. Recordo que a extinção dos mamutes ocorreu há milhares de anos e a exposição que propus (bem a eventual realização de "conferências") poderia suscitar a discussão de ideias e argumentos a favor e contra essa "de-extinção".

10/11/2022

A "Gallup" e os estudos de opinião

Apesar de eu não ser um investigador político, tenho a certeza de que foram muitos os estudos de opinião divulgados nos Estados Unidos da América a propósito das chamadas "eleições intercalares". Ora, se se vieram a revelar mais ou menos 'próximos' da realidade eleitoral não é, de todo, o motivo por que estou a escrever este "post". É, sim, para lembrar que uma das empresas responsáveis pela elaboração de estudos de opinião - a "Gallup" - deve a sua designação ao nome de quem esteve na sua origem: George Gallup. Efectivamente, George Gallup (que viveu entre 1901 e 1984) fundou, em 1935, o "American Institute of Public Opinion" sendo que foi este instituto que deu origem à referida "Gallup".