Foi
o próprio Benjamin Franklin – um dos ‘pais’ fundadores dos
Estados Unidos da América – quem, na segunda metade do século
XVIII, propôs a mudança da hora.
Isto
é, mexer-se nos ponteiros dos relógios duas vezes em cada ano:
antes do Inverno e antes do Verão.
O
objectivo era economizar energia (trazida, à época, por velas).
Se,
no entanto, tal poupança era, em si mesma, completamente legitima, não foi senão muito recentemente que esta mudança horária conseguiu ser consensual pois, por
exemplo, foi apenas nos últimos anos do século XX que tal medida
passou a ser unânime na Europa.
Mas
não por muito tempo já que o país do mundo com maior dimensão
territorial, a Rússia, abandonou, em 2011, a mudança horária
argumentando que a mesma, através da ausência de luz solar em
determinados períodos do dia, havia, entretanto, sido a causadora de
milhares de mortes anualmente (através de acidentes rodoviários,
problemas de saúde e suicídios, sobretudo).
Quais
as cenas dos próximos capítulos?
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